Por Maria Helena Marinho, publicado no Think With Google
A Pesquisa Video Viewers, realizada em parceria com o Instituto Provokers, analisa a fundo o comportamento do brasileiro quando o assunto é assistir a vídeos. Neste quarto ano, ela ficou ainda mais interessante revelando transformações na maneira que o público consome esses conteúdos e confirmando o YouTube como um imenso protagonista dessas mudanças. Veja cinco insights revelados pelos números de 2017.
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14/10/2017
09/10/2017
Consumo de vídeo online cresce 90% e interesse por TV paga cai, segundo pesquisa do YouTube
Fonte: Redação E-Commerce Brasil
Esta é a conclusão de um estudo do YouTube divulgado durante o Brandcast, evento da empresa em São Paulo, mostra que a quantidade média de horas semanais assistidas de vídeos online no Brasil é de 15,4, representando um crescimento de mais de 90% nos últimos três anos.
Liderando este mercado em ascensão, o YouTube registra 42% da preferência dos consumidores de vídeo no Brasil, enquanto o Whatsapp fica em segundo lugar com 20% da audiência e o Netflix em terceiro com 15%.
O YouTube também é considerado, segundo esta pesquisa, como substituto da TV aberta por 63% da população conectada. “Grande parte desse movimento está ligado aos conteúdos gratuitos e à essência do YouTube que está alicerçada nos pilares de relevância e curadoria de conteúdo, educação e à centralização do que é “pop”, “novo” e “cool”, disse Maria Helena Marinho Fernandes, Gerente de pesquisas do Google no Brasil. Veja a reportagem completa aqui e o PDF da pesquisa.
Esta é a conclusão de um estudo do YouTube divulgado durante o Brandcast, evento da empresa em São Paulo, mostra que a quantidade média de horas semanais assistidas de vídeos online no Brasil é de 15,4, representando um crescimento de mais de 90% nos últimos três anos.Liderando este mercado em ascensão, o YouTube registra 42% da preferência dos consumidores de vídeo no Brasil, enquanto o Whatsapp fica em segundo lugar com 20% da audiência e o Netflix em terceiro com 15%.
O YouTube também é considerado, segundo esta pesquisa, como substituto da TV aberta por 63% da população conectada. “Grande parte desse movimento está ligado aos conteúdos gratuitos e à essência do YouTube que está alicerçada nos pilares de relevância e curadoria de conteúdo, educação e à centralização do que é “pop”, “novo” e “cool”, disse Maria Helena Marinho Fernandes, Gerente de pesquisas do Google no Brasil. Veja a reportagem completa aqui e o PDF da pesquisa.
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